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Faz falta, em alguns momentos, que Fernando Pessoa (ou algum dos seus heterónimos) tivesse vindo ao Porto – para ficarmos a saber, por exemplo, se os paradoxos metafísicos resistiriam a um migalho de tempo passado num sítio onde o Douro é mesmo o mais belo rio que corre na nossa aldeia e ponto final.

Manuel Jorge Marmelo, na revista P2 do PÚBLICO

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