#763

Tenho pena de não ter um livreiro como amigo. Adorava ter assim um amigo que, como escrevia Manuel António Pina, na mesma obra, me levasse ‘pela mão ao encontro das coisas essenciais’. Ainda que, confesso, goste de me perder na confusão das prateleiras cheias de livros, de pegar num ou noutro de que nunca ouvi falar, perder algum tempo com ele, e decidir comprá-lo, porque sim.

Patrícia Carvalho, revista P2

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