#1060

Não temos capacidade directa para saber aquilo que somos. Só nos conhecemos deduzindo-nos por aquilo que não estamos a ser. […] Crescemos espartilhados como forma instrumental de autodefinição. E é preciso muito investimento de sentido para conseguirmos aceitar que tanto nos comandamos como não temos controlo nenhum em nós. Vivemos numa ubiquidade paraláctica.

André E. Teodósio, revista do semanário Expresso

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