#1316

Animais e plantas reconquistaram em força os mais de quatro mil quilómetros quadrados da zona de exclusão [de Chernobyl] na Ucrânia e na Bielorrússia, onde se concentraram as cinzas radioactivas da explosão de um dos reactores da central. […] Hoje, no raio de 30 km em torno da acidentada central nuclear que forma a zona de exclusão, há alces, bisontes, ratos-do-campo, águias-de-cauda-branca, andorinhas e outras aves, lebres, imensos castores, linces, ursos castanhos e até uma manada de cavalos de Przewalski, uma subespécie de cavalos selvagens, que foi reintroduzida pela Bielorrússia.

Clara Barata, jornal Público

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