#1348

Em 2011, por causa de uma discussão com vizinhos, João Paulo Cuenca dirigiu-se a uma esquadra de polícia, onde ficou a saber que estava ‘morto’ há três anos. De facto, em 2008, num prédio ocupado no bairro da Lapa, Rio de Janeiro, um homem fora recolhido, já cadáver, na posse da sua certidão de nascimento. Esta história real de usurpação de identidade, ainda hoje não esclarecida, tornou-se uma obsessão para o escritor.

José Mário Silva, revista do semanário Expresso

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