#1366

Em qualquer outro sítio o contacto humano ajuda. Na Argélia, em Varsóvia, São Francisco, Cuba, Moscovo, etc. Inumeráveis trocas e conversas com estudantes, membros de sindicatos e artistas ajudam a completar e acrescentam significado às nossas impressões visuais. Isto não é possível na China. Para um estrangeiro, mesmo que fale chinês, a comunicação directa e espontânea praticamente não existe. Não são só a linguagem e os costumes que são diferentes. A própria maneira de pensar e as razões para viver são mais umas cortinas a mascarar a fachada oriental. […] É por isso que é melhor ver do que ouvir.

Marc Riboud, fotojornalista, jornal Público

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