#1537

Ao andar pelos bairros mais antigos do centro de Lisboa, a estudante Camila Coss constatou rapidamente que a cidade é quase toda feita de luz, ladeiras e janelas, e que, nas janelas, é muito comum encontrar alguém a observar o movimento da rua e o passar vagaroso do tempo. […] Quando chegou a Portugal, a jovem percebeu logo que havia algo peculiar no cenário urbano de Lisboa: as janelas e os seus habitantes. Rapidamente começou a passar para o papel aquilo que fotografava com os olhos e assim surgiram as Janelas Lisboetas, uma série de ilustrações em tinta-da-china que eternizam pessoas que, assim como Ema e Conceição, fazem questão de passar alguns minutos à janela todos os dias.

Marcela Monteiro, jornal Público

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