#1605

Lembra-se da anunciada revolução dos e-books, do fim do livro em papel? De estarmos a um passo da distopia criada por Ray Bradbury em Fahrenheit 451 da destruição maciça de livros? Pois é. Se essa revolução digital aconteceu na música e está a acontecer nos jornais a verdade é que nos livros o analógico está, para já, a vencer. A tactilidade, o cheiro, o calor humano que exala das lombadas alinhadas nas estantes, parece ter com as nossas mãos um relação difícil de matar.

Joana Emídio Marques, Observador

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