#1655

A maior surpresa do viajante [que revisita Lisboa em 2018, depois de cá ter estado em 2000] é ver que agora é possível entrar num restaurante acompanhado do seu animal de estimação, que pode ser um cão, um gato, uma iguana, um crocodilo, um leão amestrado. Dinossauros ainda não! […] A prioridade desta sociedade invertida é um cliente poder sentar-se à mesa com, imaginem um buldogue, e pedir um menu para o cliente e para o animal enquanto este sacode as pulgas para cima do prato do vizinho.

Carlos Pereira da Silva, professor universitário, jornal Público

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