#1658

[Erik] Satie faz falta. Põe-nos a pensar.

Jorge Calado, revista do semanário Expresso

Nestes últimos anos, estive mais concentrada em [Erik] Satie. […] É uma figura fascinante, que fez a transição do século XIX para o século XX em Paris. […] Teve uma vida difícil, ganhava pouco dinheiro. Quando deixou de poder pagar a renda no centro de Paris mudou-se para uma casa minúscula nos subúrbios. Fazia mais de duas horas a pé por dia para chegar a Montmartre, o que não foi completamente negativo. Aproveitava o tempo para pensar na música, e conta-se que parava nos cafés para escrevinhar nos seus blocos. Há até um musicólogo que defende que algumas das suas obras têm uma certa regularidade lenta relacionada com o andar.

Joana Gama, pianista, revista do semanário Expresso

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