#1680

Marnotos, cagaréus e moliceiros fazem parte da identidade de Aveiro, mas esta é uma trilogia que tem vindo a perder unidade. E se o cagaréu, que identifica o nativo local, já quase só existe no léxico dos mais velhos, o marnoto é também uma profissão praticamente extinta e já quase não há quem se dedique à recolha do precioso sal das marinhas. Resta o moliceiro, embarcação típica que, com as suas inscrições e colorido brejeiro, se exibe ainda pelos canais da cidade, graças sobretudo à cada vez maior afluência de turistas.

José Augusto Moreira, fugas

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