#1814

[Trabalhar na Fundação Gulbenkian] foi como entrar na caverna do Ali Babá. a realidade é muito superior à imaginação. Descobre-se que se está dentro de uma pirâmide. Eu não fazia ideia de que a Gulbenkian debaixo do chão é a pirâmide de Kéops. São túneis e túneis e salas e salas e é impossível não pensar que esta é a pirâmide do Gulbenkian. […] Calouste Gulbenkian é um otomano que deixa de ser otomano porque é expulso do império, é um arménio que deixa de ser arménio e um inglês que deixa de ser inglês para ser um português que não é português.

Joaquim Sapinho, cineasta, revista do semanário Expresso

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