#1862

Não há, no cinema, tema que mais se preste à manipulação e ao sentimentalismo do que o da infância. De facto, raros são os filmes que se recusam a projectar sobre as suas figurações da infância a nostalgia adulta que por ela sentem, tentando antes apanhá-la em flagrante delito.

Vasco Baptista Marques, revista do semanário Expresso

Nos filmes de verão o esplendor adolescente surge sempre matizado por elementos disfóricos, como a desilusão, ou terapêuticos, como o luto, sugerindo assim que a juventude é o tempo da felicidade porque é o tempo da ignorância e da imortalidade.

Pedro Mexia, revista do semanário Expresso

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