#1866

Quando ainda nem pensava sobre o que era ter uma identidade como cozinheiro, Bernardo Agrela foi parar a um Four Seasons no Japão para fazer um mês de cozinha portuguesa. Como tinha visto de turista e não podia receber, a forma de lhe pagarem foi darem-lhe um cartão prateado que, magicamente, ‘abria quase todas as portas’. Procura na carteira. ‘Ainda o tenho aqui’. ‘Passava-se o cartão numas máquinas, as portas abriam-se e eu andava por lá a passear.’ Não percebia nada do que lhe diziam.

Alexandra Prado Coelho, fugas

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