#1901

Indo para lá de Ponte de Sor e abaixo do Tejo, onde principiam as planícies, correm córregos, resistem carrascais e sobreiros. A terra amarela pinta-se de verde a perder de vista, há castelos e menires, poetas e escritores, tapeçarias e barros, pedras e ribeiras. O Alentejo é largueza de horizontes onde o céu de outono trocou o amarelo pelos vermelhos e laranjas e fez crescer o verde. Por baixo de um céu azul, há vilas tranquilas, cantadores no meio do casario, conversas sem fim, terras e gentes e uma enorme planície.

Amadeu Araújo, revista do semanário Expresso

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