#1933

La forme d´une ville

Change plus vite, helàs! Que le coeur d’un mortel

Baudelaire, ‘Le Cigne’

A poesia moderna nasceu sob o signo gémeo da cidade e de melancolia. […] Independentemente dos boulevards, do progresso e do barão Haussmann, há de facto uma tristeza intrínseca na mudança de uma cidade, quando o novo faz desaparecer o antigo mas a imagem do antigo ainda não desapareceu da nossa cabeça.

Pedro Mexia, revista do semanário Expresso

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