#1980

A minha avó [a artista Maria Keil] jogava com o movimento sugerido pelos padrões dos azulejos ou, como ela dizia, os azulejos não se vêem, sentem-se. Quando se anda naquelas estações de metro [do Intendente e dos Anjos, em Lisboa], os azulejos dão uma noção de ritmo.

Leonor Keil, bailarina, revista do semanário Expresso

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out /  Change )

Google photo

You are commenting using your Google account. Log Out /  Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out /  Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out /  Change )

Connecting to %s